segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Criar laços...

Relendo O Pequeno Príncipe, me vem, novamente, muitas sensações boas. Como se voltasse a ser criança sempre que o leio. Sempre com uma visão diferente, mais clara, das coisas simples da vida. Uma outra pessoa (também pequena e de coração enorme) além do Principezinho tem me ajudado a ver com mais clareza essas coisas simples. E hoje eu entendi melhor um trecho famoso do livro, que fala de felicidade e palavra:

"Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... " 

Sempre lia esse trecho na visão da Raposa, que espera a chegada do Príncipe, de coração preparado. Mas não havia me dado conta de que também cativamos pessoas. E se dizemos que vamos chegar às quatro, mas chegamos às cinco, teremos desapontado aquele que cativamos. E isso machuca. E não se deve machucar os que cativamos. Não se deve machucar ninguém, aliás. Mas os que cativamos são especiais...

E, assim como a Raposa passou a ver a cor do trigo com outros olhos, a cor vermelha também tem um significado muito importante pra mim. Pois é a cor da minha rosa! A rosa que cativei! E é a ela que eu peço desculpas mais uma vez...


"Eu sou responsável pela minha rosa..." Repetiu o Principezinho, para não se esquecer.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Sabe...

Novembro chegando com vontade. Começando logo numa sexta com uma noite que promete! Nando Reis e Frejat tocando e a mulher que amo ao meu lado! E como diz o próprio Nando: "Eu trocaria a eternidade por essa noite..." <3
"Sabe quando o tempo passa rápido quando você está ao lado dessa pessoa. Quando dá vontade de ficar nos braços dela e nunca mais sair..."